Alguém aí gosta, assiste ou é super, mega, ultra fã de Violetta? Se a resposta é sim, te indico um blog que é um arraso. Então, clique aqui e divirta-se com as novidades de lá!
Via: Luana
Toda história tem começo, meio e fim, o nosso filme também pode ser assim e ter um final feliz... Só depende de você...
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- Na alegria e na tristeza (1)
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- Sinopse's (4)
- Target straight on crooked lines. (8)
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sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Oi ;D
Fala galera!
Então, já consegui pegar meu computador de volta e também, voltarei a postar a web.
Então, já consegui pegar meu computador de volta e também, voltarei a postar a web.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Hey
Oi, sou prima da Leticia e a pedido dela estou aqui para avisar a vcs leitoras, que essa semana ela não ira postar aqui no Fanfics Luar, pq o pc dela ta estragado (culpa da mãe dela! Rsrs) e semana que vem ela volta a postar! Beijos Michele Cristine :)
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Hey amores!
Então, por alguns motivos ai, irei parar de escrever OB. Talvez eu volte a escrever daqui um tempo, mais eu não sei ainda. AT vai continuar e vai ser postada diariamente (quando eu conseguir postar dias de semana).
É isso, qualquer coisa, perguntem aqui embaixo. Beijos.
É isso, qualquer coisa, perguntem aqui embaixo. Beijos.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Hey!
Dois avisos:
1°: Mudei a URL do tumblr e o user do twitter: smilecael.tumblr.com e @TeamDomingues
2°: Tá confirmado: OB vai dar uma pausa e talvez vai ser continuada, mas se caso eu terminar essa web, só vai ser mais pra frente.
1°: Mudei a URL do tumblr e o user do twitter: smilecael.tumblr.com e @TeamDomingues
2°: Tá confirmado: OB vai dar uma pausa e talvez vai ser continuada, mas se caso eu terminar essa web, só vai ser mais pra frente.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Na alegria e na tristeza.
Eles namoram á cinco anos e são noivos a dois anos. Tem como melhores amigos Sophia e Micael, que se casaram e depois de um tempo do ocorrido, Arthur pede a mão de Lua em casamento. Ela aceita, mais na hora H, ela desiste. Na frente de todo mundo, ela desiste. Ela desiste, mesmo sabendo que seria a mulher mais feliz. Mais o que ela não sabia, era que depois que ela desistiu de tudo, tudo mudou. Até ela e Arthur.
''É por te amar tanto, que a gente corre riscos.''
Protagonistas: LuAr
Genêro: Romance.
Escritora: Letícia (https://twitter.com/RBRemJoinville)
Abreviação: AT
Status: Em espera.
''É por te amar tanto, que a gente corre riscos.''
Protagonistas: LuAr
Genêro: Romance.
Escritora: Letícia (https://twitter.com/RBRemJoinville)
Abreviação: AT
Status: Em espera.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Moments
Leia escutando essa música >> Clica
Baseada em Moments - One Direction
Abracei minhas pernas e continuei intacta sentada no chão do cômodo
vazio e escuro. Passei pela milésima vez, minhas mãos sobre meu rosto
tentando tirar o máximo de lagrimas possiveis dos meus olhos, lagrimas
que insistiam em sair por várias vezes.
Chorava
em silêncio, mesmo sabendo que de forma alguma alguém iria escultar. A
lâmina brilhando conforme a luz da lua passava pela janela e batia nela.
O vento soprava meus cabelos e balançava minhas roupas, como se eu
estivesse numa praia vazia e a areia estivesse voando sem parar.
-Lua? Lua, cadê você?
Escutei
a voz de Arthur e meu corpo estremeceu na base, meu estomago se revirou
por completo e minhas mãos soavam como nunca. Passei mais uma vez
minhas mãos sobre meu rosto e os pingos de sangue já era visiveis no
chão. Me deitei no chão devagar e consegui escultar a porta sendo
aberta.
-Lua,
você esta ai? -provavelmente meu corpo não era visivel, a escuridão
daquele lugar não permetia que Arthur me visse e eu agredeci por isso.
-não brinca comigo Lua Maria, você está ai?
Me
sentei de novo e quando olhei pra frente, Arthur estava parado me
olhando. Ele me abraçou o mais forte e o mais rápido que pôde.
-Diz que me ama? -senti suas lagrimas encosterem meu ombro.
-Por que você fez isso? -ele continuou me abraçando e agora, mais forte ainda.
-Diz que me ama pela última vez... -senti as lagrimas dele encostarem meu ombro novamente. -por favor...
-Eu te amo, muito. Mas...
-Também
te amo, muito... -deixei meu braços cairem ao lado do meu corpo e senti
as mãos pesadas de Arthur segurarem minha cintura.
-Não Lua, não me deixa aqui, LUUUUUUUUUUUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA.
Senti
o abraço dele de novo e as últimas lagrimas dele encostarem meu ombro. A
voz roca e falhada de Arthur foram as últimas coisas que escutei.
Várias imagem dele me passava pela cabeça, momentos bons e ruins, ah
Arthur. Meu Arthur.
''Por um breve momento, eu queria seu abraço, seus braços fortes em volta do meu corpo. Você era a única razão por eu continuar nesse inferno. E mesmo com você, eu decidi ir. Te toquei por uma última vez, te abracei pela última vez. Você sabe o por quê de eu ter feito isso. Não aguentava ficar nesse mundo onde só você me salvava dele. E como eu tinha dito, mesmo com você no meu lado, eu não aguentei. Espero que seja feliz sem mim, sei que me amará pra toda vida como tinha me prometido. Vou estar te olhando sempre, viu? Diga a minha mãe que eu a amo e que foi ela o motivo do me suícidio, ela que me fez sofrer todos esses anos. Desculpa por tudo meu amor, te amarei pra sempre e eternamente, como eu avia prometido no inicio do nosso namoro, lembra? Beijos, Lua Blanco.'' -Carta deixada por Lua em cima da cama de Arthur.
Protagonistas: Lua e Arthur
Escritora: Letícia (https://twitter.com/FuturaFotografa)
Título: Moments
OBS: Capitulo único
Protagonistas: Lua e Arthur
Escritora: Letícia (https://twitter.com/FuturaFotografa)
Título: Moments
OBS: Capitulo único
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Capitulo 7 - Final
Domingo, 23 de fevereiro, 09:51, praça/restaurante
-A gente já está conversando a mó tempão e eu ainda não sei seu nome. -Arthur ajeitou o boné na cabeça e tirou a mão do bolso. -me fala mais de você.
-Tipo ficha policial?
-Você quem sabe.
Lua contou de tudo um pouco para Arthur de sua vida e o moreno fez o mesmo. Eles pararam em um restaurante para almoçarem e lá, eles conversaram mais um monte. Arthur levou Lua até a casa da tia dele, mais a mesma não estava em casa e só chegou mais tarde.
-Ih, temos visita? -Antônia entro dentro de casa e deixou as sacolas que estava segurando em cima da mesa.
-Tia, essa é Lua, minha amiga e Lua, essa é minha tia, Antônia.
-Prazer dona Antônia. -ela andou um pouco pra frente e esticou o braço esperando que Antônia apertasse sua mão, assim ela fez e ambas sorriram.
-Só Antônia.
-Ok dona... Ok Antônia. -ela sorriu sem graça e colocou novamente as mãos no bolso do casaco.
-A gente vai subir tia, qualquer coisa grita. -Antônia assentiu e Arthur subiu as escadas sendo seguido por Lua. -entra. -Arthur abriu a porta do quarto e deu passagem pra Lua entrar, ela entrou e ele fez o mesmo. -só não repara a bagunça, cheguei ontem, mais mesmo assim tive tempo de desarrumar tudo oque minha tia arrumou...
-Você realmente é uma criança Arthur. -ela revirou os olhos e chegou perto da cômoda do quarto, aonde tinha os portas-retratos da família. -essa é a famosa família Aguiar?
-Famosa não, mais unida concerteza. -ele sorriu.
-Sua família é muito linda.
-A sua também.
-Mais você não viu ninguém da minha família ainda.
-Mais se todos da família Blanco, puxaram sua beleza, sim, sua família é linda.
-Mais eu não sou linda.
-Quem disse essa besteira?
-O espelho e maquina fotográfica (?)-ela ironizou a pergunta.
-E você vai acreditar neles?
-Dizem que é neles que a gente tem que acreditar. -ela deu alguns passos largos até Arthur.
-Se você quizer assim... -Arthur passou o dedo indicador na testa de Lua e foi descendo até sua mão por completa se apoiar no pescoço da loira. Sem pensar duas vezes, Arthur roçou seus lábios nos lábios de Lua até engatar em um beijo profundo e quente. Suas línguas se enroscavam em perfeita sintonia. Em perfeita sintonia. Da Lua e do Arthur.
Realmente, Deus escreve a história reta, em linhas tortas...
Capitulo 6
Domingo, 23 de fevereiro, 09:02, praça
Arthur batia a sola do all star contra o chão enquanto via algumas crianças brincarem na sua frente. Ele estava a espera de Lua e a moça ainda não tinha chegado. Lua chegou por trás de Arthur e tampou os olhos do mesmo, o moreno colocou suas mãos em cima das dela e sorriu.
-Adivinha que é? -ela perguntou.
-Deixa eu ver... Uma princesa?
-Não, claro que não. -ela deu a volta no banco e sentou no lado dele. -tô mais para uma bruxa isso sim.
-Não, você ta linda igual a ontem quando eu derramei cappuccino na sua blusa. -ela sorriu sem graça.
-Ó, sua jaqueta. -ela esticou o braço com a jaqueta dele e ele pegou a mesma da mão dela. -antes que você pergunte, eu cuidei bastante dela. A guardei em saquinho plástico pra não ter o perigo que alguma barata roesse ou algo do tipo. Não queria gastar meu querido dinheiro, comprando uma jaqueta nova pra ti.
-Ah, eu posso gastar meu dinheiro comprando uma blusa pra você e você não?
-É mais que obrigação sua de comprar uma blusa pra mim que VOCÊ acabou.
-Ok ok, agora vamos comprar essa tal blusa antes que eu desiste.
Arthur saiu puxando Lua até uma loja ali perto, eles entraram e em instantes Lua escolheu uma blusa. Lua não gostava de fazer compra e em quanto menos tempo ficasse dentro de uma loja de roupas, melhor seria. Eles saíram dali e foram andando pelas calçadas das ruas, o vento contra eles e os pequenos passos fazia eles conversarem ainda mais.
Arthur batia a sola do all star contra o chão enquanto via algumas crianças brincarem na sua frente. Ele estava a espera de Lua e a moça ainda não tinha chegado. Lua chegou por trás de Arthur e tampou os olhos do mesmo, o moreno colocou suas mãos em cima das dela e sorriu.
-Adivinha que é? -ela perguntou.
-Deixa eu ver... Uma princesa?
-Não, claro que não. -ela deu a volta no banco e sentou no lado dele. -tô mais para uma bruxa isso sim.
-Não, você ta linda igual a ontem quando eu derramei cappuccino na sua blusa. -ela sorriu sem graça.
-Ó, sua jaqueta. -ela esticou o braço com a jaqueta dele e ele pegou a mesma da mão dela. -antes que você pergunte, eu cuidei bastante dela. A guardei em saquinho plástico pra não ter o perigo que alguma barata roesse ou algo do tipo. Não queria gastar meu querido dinheiro, comprando uma jaqueta nova pra ti.
-Ah, eu posso gastar meu dinheiro comprando uma blusa pra você e você não?
-É mais que obrigação sua de comprar uma blusa pra mim que VOCÊ acabou.
-Ok ok, agora vamos comprar essa tal blusa antes que eu desiste.
Arthur saiu puxando Lua até uma loja ali perto, eles entraram e em instantes Lua escolheu uma blusa. Lua não gostava de fazer compra e em quanto menos tempo ficasse dentro de uma loja de roupas, melhor seria. Eles saíram dali e foram andando pelas calçadas das ruas, o vento contra eles e os pequenos passos fazia eles conversarem ainda mais.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Capitulo 5
Sábado, 22 de fevereiro, 21:35, pizzaria/praça.
-Ah era só oque me faltava, além de ser desastrado tinha que ser Brasileiro. -ela revirou os olhos e se agachou ajuntando o copo que avia caído.
-Oi?!
-Você! -ela deu de dedo. -sujou minha blusa.
-Não esquenta, eu compro outra. -ele sorriu de lado
-Aonde? -ela continuou a limpar a blusa. -na China? Só se for, por que a essa hora todas as lojas estão fechadas.
-Amanhã?! -ele foi irônico e sorriu de lado fitando o tão belo rosto da moça.
-Se isso era pra ser um convite, obrigada, eu não aceito. -ela franziu o senho tentando limpar a blusa.
-Mais não é um convite. -ele colocou as mãos no bolso. -eu só quero comprar uma blusa nova pra você pra colocar no lugar da que eu estraguei.
-Não, você não tá entendendo. -ela fazia um não com o dedo indicador. -essa, -ela apontou pra blusa. -era a minha blusa favorita, nenhuma uma outra vai substitui-la.
-Olha pra mim, a gente combina de se encontrar amanhã, a gente vai lá comprar um blusa pra você e pronto, você não precisa nem mais olhar na minha cara.
-Sei não. -ela franziu o senho novamente.
-Ó, pega minha jaqueta. -Arthur tirou a jaqueta de couro que usava e colocou em Lua. -isso vai ajudar a esconder a mancha.
-Amanhã a gente se encontra aqui na pracinha as nove horas, você compra a blusa pra mim, eu entrego a sua jaqueta de novo e você não ouse mais tropeçar comigo de novo. -ele assentiu.
-Até amanhã. -ele beijou o topo da cabeça dela, foi pra casa e ela fez o mesmo.
*Eu não xinguei os brasileiros. Entendam oque quiserem, menos isso.
-Ah era só oque me faltava, além de ser desastrado tinha que ser Brasileiro. -ela revirou os olhos e se agachou ajuntando o copo que avia caído.
-Oi?!
-Você! -ela deu de dedo. -sujou minha blusa.
-Não esquenta, eu compro outra. -ele sorriu de lado
-Aonde? -ela continuou a limpar a blusa. -na China? Só se for, por que a essa hora todas as lojas estão fechadas.
-Amanhã?! -ele foi irônico e sorriu de lado fitando o tão belo rosto da moça.
-Se isso era pra ser um convite, obrigada, eu não aceito. -ela franziu o senho tentando limpar a blusa.
-Mais não é um convite. -ele colocou as mãos no bolso. -eu só quero comprar uma blusa nova pra você pra colocar no lugar da que eu estraguei.
-Não, você não tá entendendo. -ela fazia um não com o dedo indicador. -essa, -ela apontou pra blusa. -era a minha blusa favorita, nenhuma uma outra vai substitui-la.
-Olha pra mim, a gente combina de se encontrar amanhã, a gente vai lá comprar um blusa pra você e pronto, você não precisa nem mais olhar na minha cara.
-Sei não. -ela franziu o senho novamente.
-Ó, pega minha jaqueta. -Arthur tirou a jaqueta de couro que usava e colocou em Lua. -isso vai ajudar a esconder a mancha.
-Amanhã a gente se encontra aqui na pracinha as nove horas, você compra a blusa pra mim, eu entrego a sua jaqueta de novo e você não ouse mais tropeçar comigo de novo. -ele assentiu.
-Até amanhã. -ele beijou o topo da cabeça dela, foi pra casa e ela fez o mesmo.
*Eu não xinguei os brasileiros. Entendam oque quiserem, menos isso.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Capitulo 4
Sábado, 22 de fevereiro, 21:02, casa das meninas.
Lua vestiu uma blusa grossa e larga azul bebê e por cima um casaco simples e aberto branco. Pegou seu celular em cima da mesinha do quarto e saiu do mesmo encontrando Chay e Mel sentados em um sofá na sala e Mica alisando a barriga de Sophia, ambos sentados em outro sofá.
-Ué, vai sair? -Sophia perguntou ainda com a mão na barriga.
-Vou dar um rolé, relembrar as coisas por aqui, até as onze eu volto, tá? Beijos.
Antes de Lua abrir a porta, ela pegou a chave de casa em cima da mesa e saiu. Ela colocou as mãos dentro dos bolsos do casado, encolheu um pouco a cabeça e continuou andando pelas pequena e calmas ruas da Itália. Alguns casais se beijando nos bancos da pracinha, famílias se divertindo a beça, algumas pessoas andando de bicicleta e outras, tomando sorvete ou comendo alguma coisa. Aquela era a típica cidade da Itália.
Lua continuou o seu passeio calmo, até passar em frente á pizzaria que ela era viciada. La Dogana. Sabendo que não ia conseguir passar por ali sem entrar... Ela entrou.
Lua fez seu pedido e em minutos ele já estava pronto. Ela pegou a bandeja no balcão e se encaminhou até a mesa, fez a sua refeição, deixou tudo por lá mesmo e saiu bebendo cappuccino no canudinho num copo de plástico. Ao sair da porta do estabelecimento, Lua tombou com alguém, pelo cheiro forte de perfume seria um homem.
-Puta que paril. -Lua falou baixinho, mais nada que o rapaz não conseguisse ouvir.
-Oi?!
Lua vestiu uma blusa grossa e larga azul bebê e por cima um casaco simples e aberto branco. Pegou seu celular em cima da mesinha do quarto e saiu do mesmo encontrando Chay e Mel sentados em um sofá na sala e Mica alisando a barriga de Sophia, ambos sentados em outro sofá.
-Ué, vai sair? -Sophia perguntou ainda com a mão na barriga.
-Vou dar um rolé, relembrar as coisas por aqui, até as onze eu volto, tá? Beijos.
Antes de Lua abrir a porta, ela pegou a chave de casa em cima da mesa e saiu. Ela colocou as mãos dentro dos bolsos do casado, encolheu um pouco a cabeça e continuou andando pelas pequena e calmas ruas da Itália. Alguns casais se beijando nos bancos da pracinha, famílias se divertindo a beça, algumas pessoas andando de bicicleta e outras, tomando sorvete ou comendo alguma coisa. Aquela era a típica cidade da Itália.
Lua continuou o seu passeio calmo, até passar em frente á pizzaria que ela era viciada. La Dogana. Sabendo que não ia conseguir passar por ali sem entrar... Ela entrou.
Lua fez seu pedido e em minutos ele já estava pronto. Ela pegou a bandeja no balcão e se encaminhou até a mesa, fez a sua refeição, deixou tudo por lá mesmo e saiu bebendo cappuccino no canudinho num copo de plástico. Ao sair da porta do estabelecimento, Lua tombou com alguém, pelo cheiro forte de perfume seria um homem.
-Puta que paril. -Lua falou baixinho, mais nada que o rapaz não conseguisse ouvir.
-Oi?!
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Capitulo 3
Sábado, 22 de fevereiro, 14:06, casa de Antônia.
-To morrendo de sono. -Arthur se jogou no sofá e fechou os olhos.
-Vou arrumar seu quarto lá em cima e você vai dormir. -ele apenas assentiu e jogou a cabeça pra trás ainda de olhos fechados.
Antônia subiu ao andar de cima e arrumou os edredons e travesseiros na cama de Arthur. A cama de casal já esta ali desde quando Arthur era pequeno. Era aquela cama antiga que dura por uma eternidade, sabe? Antônia continuou a arrumar a cama, mesmo sabendo que em minutos ela seria bagunçada por Arthur enquanto estivesse dormindo, ela fez questão de arrumar detalhe por detalhe.
O lençol e as fronhas tendo estampas de tênis all star's, o edredom azul marinho e os vários porta retratos da família Aguiar enfeitando o quarto.
-ARTHUUUUUUUUUUUR. -Antônia gritou para que Arthur pudesse ir pro quarto e tirar o tão esperado cochilo. O mesmo chegou no quarto em segundos e se jogou na cama.
-Dorme bem meu anjo. -Antônia foi até Arthur e beijou a testa do moreno.
-Te amo tia.
-Também te amo. -sem abrir os olhos ele sorrio e daquele jeito que eles estava, ele dormiu.
Três horas depois Arthur acordou todo revirado na cama. Ele estava dormindo com os pés virados pra cabeceira, os travesseiros estavam todos jogados no chão, o lençol todo desarrumado e o cabelo de todo bagunçado mostrava que ele tinha dormido igual a uma pedra.
Arthur se levantou da cama a trancos e barrancos e foi até o banheiro, lavou o rosto e foi pra cozinha encontrando sua tia lá. Ela chamou ele pra tomar café e o mesmo sentou-se na cadeira, Antônia fez o mesmo e eles tomaram o cafe da tarde em meio a conversas e gargalhadas.
-To morrendo de sono. -Arthur se jogou no sofá e fechou os olhos.
-Vou arrumar seu quarto lá em cima e você vai dormir. -ele apenas assentiu e jogou a cabeça pra trás ainda de olhos fechados.
Antônia subiu ao andar de cima e arrumou os edredons e travesseiros na cama de Arthur. A cama de casal já esta ali desde quando Arthur era pequeno. Era aquela cama antiga que dura por uma eternidade, sabe? Antônia continuou a arrumar a cama, mesmo sabendo que em minutos ela seria bagunçada por Arthur enquanto estivesse dormindo, ela fez questão de arrumar detalhe por detalhe.
O lençol e as fronhas tendo estampas de tênis all star's, o edredom azul marinho e os vários porta retratos da família Aguiar enfeitando o quarto.
-ARTHUUUUUUUUUUUR. -Antônia gritou para que Arthur pudesse ir pro quarto e tirar o tão esperado cochilo. O mesmo chegou no quarto em segundos e se jogou na cama.
-Dorme bem meu anjo. -Antônia foi até Arthur e beijou a testa do moreno.
-Te amo tia.
-Também te amo. -sem abrir os olhos ele sorrio e daquele jeito que eles estava, ele dormiu.
Três horas depois Arthur acordou todo revirado na cama. Ele estava dormindo com os pés virados pra cabeceira, os travesseiros estavam todos jogados no chão, o lençol todo desarrumado e o cabelo de todo bagunçado mostrava que ele tinha dormido igual a uma pedra.
Arthur se levantou da cama a trancos e barrancos e foi até o banheiro, lavou o rosto e foi pra cozinha encontrando sua tia lá. Ela chamou ele pra tomar café e o mesmo sentou-se na cadeira, Antônia fez o mesmo e eles tomaram o cafe da tarde em meio a conversas e gargalhadas.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Capitulo 2
Sábado, 22 de fevereiro, 13:30, casa Mel e Sophia.
-Luaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. -Mel Sophia foram correndo na direção de Lua depois que ela apareceu na porta de desembarque no aeroporto de Milão.
-Meninas... -ela abriu os braços e abraçou as duas, Sophia com mais dificuldade por ela está com um barrigão enorme de cinco meses, sim ela estava gravida e estava esperando um menininho, Henri. -que saudade eu estava de vocês.
-A gente também estávamos morrendo de saudades de você. -Sophia falou enquanto alisava o grande barrigão.
Elas seguiram até o carro de Mel e durante todo o caminho foram colocando os papos em dia. A casa das meninas ficava a uns dez minutos de carro do aeroporto e deu tempo de falar sobre tudo. Sobre tudo mesmo.
Melaine é casada com Chay a dois anos e Sophia é casada com Micael a Dois anos e meio. Eles se mudaram pra Itália e até então, os quatros moram juntos. Lua, Mel e Sophia são irmãs, Lua é mais nova com 23 anos, Sophia com 25 e Mel com 26. Chay tem 26 e Mica tem 25.
Elas chegaram em casa, Sô e Mel levaram Lua até o quarto de hóspedes e ela jogou a mala em qualquer lugar do quarto, as três desceram pro andar de baixo e as meninas fizeram pipoca. Foram pra sala, colocaram um filme e começaram a assistir.
-E ai, aquela feia já chegou? -Chay entrou em casa colocando as chaves em cima da mesa e a mochila na cadeira.
-É assim que você me recebe seu miserável? -Lua olhou Chay o fuzilando com o olhar.
-Ih cara, tchau pra vocês.
Ele saiu correndo e Lua saiu correndo atrás dele. Eles passaram por vários cômodos até voltarem a sala e ela conseguir alcançar Chay e o começar a bater de leve. Ele gritava que nem um desesperado e as meninas que assistiam a cena gargalhavam.
-Loirinha... -Mica apareceu na porta de entrada, Lua parou de bater em Chay e saiu correndo pulando no colo de de Mica.
-É assim que você me deixa na mão sua miserável?
-I love you Chay Suede.
-Luaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. -Mel Sophia foram correndo na direção de Lua depois que ela apareceu na porta de desembarque no aeroporto de Milão.
-Meninas... -ela abriu os braços e abraçou as duas, Sophia com mais dificuldade por ela está com um barrigão enorme de cinco meses, sim ela estava gravida e estava esperando um menininho, Henri. -que saudade eu estava de vocês.
-A gente também estávamos morrendo de saudades de você. -Sophia falou enquanto alisava o grande barrigão.
Elas seguiram até o carro de Mel e durante todo o caminho foram colocando os papos em dia. A casa das meninas ficava a uns dez minutos de carro do aeroporto e deu tempo de falar sobre tudo. Sobre tudo mesmo.
Melaine é casada com Chay a dois anos e Sophia é casada com Micael a Dois anos e meio. Eles se mudaram pra Itália e até então, os quatros moram juntos. Lua, Mel e Sophia são irmãs, Lua é mais nova com 23 anos, Sophia com 25 e Mel com 26. Chay tem 26 e Mica tem 25.
Elas chegaram em casa, Sô e Mel levaram Lua até o quarto de hóspedes e ela jogou a mala em qualquer lugar do quarto, as três desceram pro andar de baixo e as meninas fizeram pipoca. Foram pra sala, colocaram um filme e começaram a assistir.
-E ai, aquela feia já chegou? -Chay entrou em casa colocando as chaves em cima da mesa e a mochila na cadeira.
-É assim que você me recebe seu miserável? -Lua olhou Chay o fuzilando com o olhar.
-Ih cara, tchau pra vocês.
Ele saiu correndo e Lua saiu correndo atrás dele. Eles passaram por vários cômodos até voltarem a sala e ela conseguir alcançar Chay e o começar a bater de leve. Ele gritava que nem um desesperado e as meninas que assistiam a cena gargalhavam.
-Loirinha... -Mica apareceu na porta de entrada, Lua parou de bater em Chay e saiu correndo pulando no colo de de Mica.
-É assim que você me deixa na mão sua miserável?
-I love you Chay Suede.
Capitulo 1
Sábado, 22 de fevereiro, 07:15, avião/casa de Arthur/aeroporto.
Narrado narradora.
Lua encostou a cabeça no encosto da poltrona, colocou os enormes nones de ouvido e fechou os olhos. As vezes, ainda com os olhos fechados, batia as mãos imitando as baquetas de uma bateria ou então a mão de um guitarrista. A loira encostou a cabeça na janela do avião e então, pode observar o quão longe o avião já estava do chão. Fechou os olhos de novo e por um breve momento, ela dormiu.
Alguns minutos depois, Lua foi acordada pela aeromoça, perguntando se ela queria comer algo, a mesma negou e voltou a dormir.
Enquanto isso, Arthur arrumava as últimas malas para passar três meses na casa da tia dele. Dona Antônia. Única irmã de Kátia, mãe de Arthur. Antônia se mudou pra lá, um pouco depois que Arthur avia nascido e sempre que dá, Arthur tenta ir pra Itália passar um bom tempo por lá.
Dessa vez, Kátia não vai. O voo de Arthur seria as oito horas e ele já estava mais que atrasado. Ele pegou a mochila, a pôs nas costas, pegou a mala e foi em direção ao seu carro estacionado na garagem da casa sendo seguido por Kátia.
Eles foram em direção ao aeroporto, lá, Arthur estacionou o carro e saiu em disparada pra dentro do grandioso aeroporto. Kátia como sempre, o seguia. Arthur retirou a passagem no balcão próprio pra isso, colocou algumas etiquetas identificadoras na sua mochila e na mala, a mala ficou com a moça que atendeu Arthur e mochila ele levaria com sigo dentro do avião.
Ele e Kátia se sentaram num dos bancos dali e ficaram conversando por um bom tempo. ''Senhores passageiros com destino a Milão no voo de 8:00, embarcar na plataforma 06. A aviação Gol, deseja uma boa viajem.''
Kátia se despediu de Arthur com um abraço apertado e com os olhos marejados. Mães, sempre tão apegadas. Arthur passou pela porta de embarque e foi em direção ao avião pousado a pouco metros dali.
Narrado narradora.
Lua encostou a cabeça no encosto da poltrona, colocou os enormes nones de ouvido e fechou os olhos. As vezes, ainda com os olhos fechados, batia as mãos imitando as baquetas de uma bateria ou então a mão de um guitarrista. A loira encostou a cabeça na janela do avião e então, pode observar o quão longe o avião já estava do chão. Fechou os olhos de novo e por um breve momento, ela dormiu.
Alguns minutos depois, Lua foi acordada pela aeromoça, perguntando se ela queria comer algo, a mesma negou e voltou a dormir.
Enquanto isso, Arthur arrumava as últimas malas para passar três meses na casa da tia dele. Dona Antônia. Única irmã de Kátia, mãe de Arthur. Antônia se mudou pra lá, um pouco depois que Arthur avia nascido e sempre que dá, Arthur tenta ir pra Itália passar um bom tempo por lá.
Dessa vez, Kátia não vai. O voo de Arthur seria as oito horas e ele já estava mais que atrasado. Ele pegou a mochila, a pôs nas costas, pegou a mala e foi em direção ao seu carro estacionado na garagem da casa sendo seguido por Kátia.
Eles foram em direção ao aeroporto, lá, Arthur estacionou o carro e saiu em disparada pra dentro do grandioso aeroporto. Kátia como sempre, o seguia. Arthur retirou a passagem no balcão próprio pra isso, colocou algumas etiquetas identificadoras na sua mochila e na mala, a mala ficou com a moça que atendeu Arthur e mochila ele levaria com sigo dentro do avião.
Ele e Kátia se sentaram num dos bancos dali e ficaram conversando por um bom tempo. ''Senhores passageiros com destino a Milão no voo de 8:00, embarcar na plataforma 06. A aviação Gol, deseja uma boa viajem.''
Kátia se despediu de Arthur com um abraço apertado e com os olhos marejados. Mães, sempre tão apegadas. Arthur passou pela porta de embarque e foi em direção ao avião pousado a pouco metros dali.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Sinopse: Target straight on crooked lines.
Ela, foi pra Milão na Itália para fazer intercâmbio por um ano, e nesse tempo ela ficará na casa das irmãs, Melanie e Sophia. Ele, foi passar três meses na Itália na casa da tia dele nas férias da agencia. Os dois por pura condescendência se esbarram e a primeira troca de olhar já é de remorso.
''E por pura condescendência, eu conheci o meu amor.''
Protagonistas: LuAr
Genero: Romance, erotismo e tentativa de comédia.
Escritora: Letícia Borges. (http://semporcentoluar.tumblr.com/)
Abreviação: TS
Status: Em andamento.
domingo, 5 de agosto de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Capitulo 7: Proposta idiota, final feliz.
-Oque você fez Arthur? -Fernando entrou em disparada na sala de Arthur. O mesmo estava sentado na cadeira e olhou fixamente Fernando que o olhava incrédulo.
-Oque eu fiz?
-Se apaixonou pela Lua.
-Como? Quem disse que eu to apaixonado por ela?
-Eu disse e se você não ta apaixonado por ela, ela ta por você.
-E-ela ta apaixonada por mim?
-Arthur, você escultou. Ela falou isso na minha frente, com todas as palavras.
-Cara, eu não to acreditando. -ele passou a mão no cabelo sorrindo.
-Porra Arthur, não vai me dizer que você também ta apaixonado por ela né?
-E se eu disser isso? Eu te falei que essa coisa não ia dar certo e eu to sim, apaixonado pela Lua. Ela me conquistou de um jeito que nem eu sei explicar, a Lua me mudou completamente. Ela me fez entender oque é o amor e oque é estar apaixonado. Ela terminou com você? -ele assentiu.- fez por merecer, nem um ''Eu te amo'' você falava pra ela Fernando, não tinha como isso durar bastante.
-Ok, você tem razão. -ele se virou e saiu, oque fez Arthur colocar a mão na cabeça novamente e sorrir.
-Pensativo? -Lua chegou ao lado de Arthur e se sentou na areia junto a ele.
-Pensando na vida...
-Exatamente sobre oque?
-Em como eu fui um idiota de uns dias pra cá.
-é sobre aquela pro...
-Isso, sobre aquela bosta lá mesmo.
-Arthur... Não fala assim.
-E porque eu não deveria falar assim? -ele virou o rosto pra ela.
-Por que...
-Shiu. -ele colocou o dedo na boca dela. -não precisa me falar mais nada. -Arthur puxou Lua para um beijo cheio de paixão e ternura. Seus lábios quentes e macios tocaram o dele, dando um leve choque. Suas línguas dançavam sem parar e como sempre exploravam todo o canto de suas bocas. Elas faziam uma sintonia perfeita, a sintonia perfeita deles. Eles param o beijo com leves selinhos. Lua abraçou o braço de Arthur.
''-Mamãe. -Ágata puxava o edredom de Lua e Arthur, oque fez eles acordarem e fitarem a pequena de três aninhos.
-Oque foi minha princesa? -Arthur sentou na cama.
-Eu tive um pesadelo. -ela coçou a cabeça. -posso dormir aqui com vocês?
-Claro que pode, vem cá. -Arthur bateu na cama mostrando o lugar que Ágata devia ir deitar. A menina engatinhou até o meio de Lua e Arthur e se cobriu.
-Qual foi o pesadelo que você teve? -Lua abraçou a filha.
-Foi assim: eu tava dormindo, né? Ai, eu sonhei que tinha um bicho papão muito feio em baixo da minha cama. Ai eu gritei, aaaahhhhhhhhhhh. Ai ele falou: Eu vou te pegar menininha. Ai, eu sai correndo e vim parar aqui no quarto de vocês. Fim.
-Hum. Agora dorme, se não o bicho papão vem te pegar mesmo. -Arthur cobriu a filha que em segundos dormiu feito um anjo.''
-Lua! Lua! Amor. -Arthur estalava os dedos em frente ao rosto de Lua.
-Oi?! -ela voltou pra vida e se mexeu fitando Arthur.
-Estava em outro mundo?
-Não, eu estava no da Lua mesmo. -eles riram.
-Te amo princesa.
-Também te amo meu amor.
Fim.
Capitulo 6: Seu cara de pau.
-É isso mesmo que você ouviu...-nessas horas Lua ja estava com os marejados. -Fernando fez uma proposta pra mim e eu aceitei. Até então, não era pra gente ter se conhecido, a não ser por essa proposta...
-Mais qual foi o motivo de ele ter feito isso? -ela ainda chorava, só que um pouco menos agora.
-Como você mesmo ja tinha me falado, Você tava estranha com Fernando esses últimos dias. Ai ele veio aqui e perguntou se eu aceitava isso tudo. Eu tinha que começar a conversar contigo pra ver se você dava em cima de mim, se caso isso acontecesse, iria ser um passo a mais pra ver se realmente você estava traindo ele.
-E porque você não me contou isso Arthur?
-Porque... Porque...
-Quer saber? Chega. Tchau.
Ela saiu da sala e Arthur -já chorando- pegou um vaso de vidro que enfeitava a mesinha central e tacou na parede, fazendo o mesmo se quebrar em milhões de pedaços. ''Arthur, seu idiota.'' Ele falava pra si mesmo e andava pra um lado e para o outro. Lua saiu em disparada em direção ao elevador. Ele demorou pra abrir então ela foi até a porta da escada. ''A sala dele fica no andar de baixo.'' Ela desceu até o andar de baixo e perguntou a moça no balcão aonde que ficava a sala de Fernando. A moça indicou e ela foi até a sala dele.
-Amor?! -ele levantou da cadeira apressado. -oque você ta fazendo aqui?
-Seu cara de pau.
-Oque foi Lua? Oque aconteceu? -ele tentou encostar nela.
-Não encosta em mim.
-Oque aconteceu cara? Me fala.
-Oque aconteceu? Você não acreditou no meu amor né?
-Que?
-Eu te amei esses seis meses Fernando e nem um ''Eu te amo'' eu recebia de volta. -ela limpou o rosto molhado pelas lagrimas. -você duvidou do meu amor Fernando. Porque? Porque você foi fazer uma proposta idiota daquelas pro Arthur? Mais sabe, até foi bom. Pode ter certeza, que eu não vou cometer mais essa burrice. Eu quero amar uma pessoa que saiba direitinho me amar de volta. E o Arthur sabe fazer esse trabalho. Chega Fernando, acabou por aqui.
-Como? Você tá...
-É isso mesmo que você escultou. -ela se virou e foi em direção a porta. -e escuta aqui... Se você fazer alguma coisa contra o Arthur, eu torço teu pescoço do avesso.
Ela saiu correndo até a porta da escada, abriu a mesma, passou e fechou se sentando no primeiro degrau. Ali, ela se desabou em lagrimas, afundou o rosto no braço -que estava cruzado em cima dos joelhos- e chorou em silencio. Ela não acreditava que aconteceu tudo aquilo com ela e que na frente, do até então, namorado dela, ela iria conseguir falar que amava outra pessoa. Arthur tinha hipnotizado ela com sua beleza e educação. Ela sabia que ele era um galinha e que aquele beijo poderia sim, ser apenas passageiro e que isso não iria acontecer de novo. Mais ela não iria desistir de Arthur. Afinal, ela já estava levada pela paixão e quem ama, corre atrás. E ela faria isso.
Continua...
-Mais qual foi o motivo de ele ter feito isso? -ela ainda chorava, só que um pouco menos agora.
-Como você mesmo ja tinha me falado, Você tava estranha com Fernando esses últimos dias. Ai ele veio aqui e perguntou se eu aceitava isso tudo. Eu tinha que começar a conversar contigo pra ver se você dava em cima de mim, se caso isso acontecesse, iria ser um passo a mais pra ver se realmente você estava traindo ele.
-E porque você não me contou isso Arthur?
-Porque... Porque...
-Quer saber? Chega. Tchau.
Ela saiu da sala e Arthur -já chorando- pegou um vaso de vidro que enfeitava a mesinha central e tacou na parede, fazendo o mesmo se quebrar em milhões de pedaços. ''Arthur, seu idiota.'' Ele falava pra si mesmo e andava pra um lado e para o outro. Lua saiu em disparada em direção ao elevador. Ele demorou pra abrir então ela foi até a porta da escada. ''A sala dele fica no andar de baixo.'' Ela desceu até o andar de baixo e perguntou a moça no balcão aonde que ficava a sala de Fernando. A moça indicou e ela foi até a sala dele.
-Amor?! -ele levantou da cadeira apressado. -oque você ta fazendo aqui?
-Seu cara de pau.
-Oque foi Lua? Oque aconteceu? -ele tentou encostar nela.
-Não encosta em mim.
-Oque aconteceu cara? Me fala.
-Oque aconteceu? Você não acreditou no meu amor né?
-Que?
-Eu te amei esses seis meses Fernando e nem um ''Eu te amo'' eu recebia de volta. -ela limpou o rosto molhado pelas lagrimas. -você duvidou do meu amor Fernando. Porque? Porque você foi fazer uma proposta idiota daquelas pro Arthur? Mais sabe, até foi bom. Pode ter certeza, que eu não vou cometer mais essa burrice. Eu quero amar uma pessoa que saiba direitinho me amar de volta. E o Arthur sabe fazer esse trabalho. Chega Fernando, acabou por aqui.
-Como? Você tá...
-É isso mesmo que você escultou. -ela se virou e foi em direção a porta. -e escuta aqui... Se você fazer alguma coisa contra o Arthur, eu torço teu pescoço do avesso.
Ela saiu correndo até a porta da escada, abriu a mesma, passou e fechou se sentando no primeiro degrau. Ali, ela se desabou em lagrimas, afundou o rosto no braço -que estava cruzado em cima dos joelhos- e chorou em silencio. Ela não acreditava que aconteceu tudo aquilo com ela e que na frente, do até então, namorado dela, ela iria conseguir falar que amava outra pessoa. Arthur tinha hipnotizado ela com sua beleza e educação. Ela sabia que ele era um galinha e que aquele beijo poderia sim, ser apenas passageiro e que isso não iria acontecer de novo. Mais ela não iria desistir de Arthur. Afinal, ela já estava levada pela paixão e quem ama, corre atrás. E ela faria isso.
Continua...
domingo, 17 de junho de 2012
Capitulo 5: Primeiro beijo.
Narrado narrador.
-Quando chegar eu levo pro senh...- Arthur fuzilou Bruna com o olhar. -eu levo pra você Arthur.
-Já falei que não precisa me chamar de senhor.
-Ok Arthur.
-Então, leva sem falta. -ela assentiu. Arthur saiu andando folheando alguns papeis até esparrar em alguém. -desculpa, desculpa.
-Thur?
-Lua!
-Que sala enorme. -Lua olhava cada canto do lugar enquanto adentrava a sala seguida por Arthur.
-Que nada. -ele se sentou no pequeno sofá e ela sentou no lado. -você nunca veio aqui?
-Fernando nunca me trouxe, por isso que eu estava que nem uma barata tonta ali fora. -eles riram.
-A sala dele fica no andar de baixo.-ela sorriu e ele também.- falou com Fernando esse fim de semana?
-Ele me ligou sexta. Por um momento achei que ele estava bêbado, ele me perguntou como tinha sido meu dia. O Fernando nunca avia perguntado isso. Eu não sei, mais ele ta me escondendo algo.
-Bom...-ele se aproximou mais de Lua.- se ele fazer alguma coisa, ele não sabe a menina linda que vai estar perdendo.
-Porque? -ela fitou Arthur sorrindo.
-Você é linda, -ele tirou uma mexa do cabelo e colocou atrás da orelha dela.- e se ele fizer algo precipitado, ele é um completo idiota.
-Só por que você disse que eu sou linda?
-Você é linda e todo mundo vê isso. Agora, ele vai ser idiota se estiver achando que você, sei lá, ta escondendo alguma coisa dele ou algo do tipo.
-Você acha que eu to escondendo alguma coisa dele? -ela perguntou um tanto que melosa.
-Não sei, tá?
Ele fitou a boca de Lua que ficou sem reação. Arthur colocou a mão no pescoço dela e sem pensar duas vezes ou então pensar um pouco antes de fazer aquilo a beijou. Lua correspondeu ao beijo abraçando com seus braços o pescoço de Arthur. Aquele beijo lindo e romântico que toda garota sonha estava acontecendo com Lua. Sim, ela sempre sonhou com um beijo desses. E com nenhum namorado que ela teve foi assim.
-Arthur, chega. -ela empurrou Arthur e levantou indo até a porta.
-Oque foi? Tava ruim? -Arthur se levantou e ficou na frente dela, porem ás alguns metros de distancia.
-Não é isso...-ela respondeu a pergunta de Arthur sorridente.
-Então é oque? -Arthur se aproximou mais dela.
-O Fernando. -ela desmanchou o sorriso.
-Então é ele? -ela assentiu. -posso de contar uma coisa? -ela assentiu de novo.- Lua, a gente só se conheceu e aconteceu tudo isso de sexta pra cá, por que eu aceitei uma proposta que o Fernando me fez.
-Como é que é?
Continua...
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Capitulo 4: Fim de semana
Me joguei no sofá de casa depois de um tedioso dia na empresa. Reunião, sala, assinar papeis, reunião, assinar papeis, almoço. Quero ferias. Me levantei quase se rastejando no chão de tao casado que estava, fui até a cozinha e abri a geladeira tirando de lá uma jarra de água, coloquei a mesma no copo e bebi. Subi as escadas me jogando na cama, dormi uns dez minutos e acordei com um barulho na rua, me levantei e fui, era só uns meninos jogando futebol. Peguei minhas roupas e minha toalha e entrei dentro do banheiro, tomei banho e fui dormir já era vinte e duas horas.
Narrado Lua.
Cheguei do hospital e me joguei na minha cama. Sim, eu era médica. Médica pediatra mais especificamente. Depois de um tempo, tomei um banho e me joguei na cama, só que antes de eu dormir, Fernando me ligou.
-Oi amor.
-Oi. -falei com voz de cansada.
-Ta cansada?
-To, muito.
-Como foi seu dia?
-Fernando, você ta com febre?
-Nao, to normal, porque?
-Você nunca me pergunta como foi meu dia...
-Agora eu to te perguntando, e ai, como foi seu dia?
-Normal, porque?
-Por nada não.
-Ok, preciso tomar banho, beijo.
-Beij... -desliguei.
Cai dura na cama e dormi. Dormi pensando no primo do Fernando. Arthur Aguiar.
Sábado. Enfim, fim de semana. Joguei os edredons que estavam em cima de mim no chão e me levantei indo no banheiro. Tomei um banho e fui até a cozinha, peguei alguma coisa pra comer na geladeira e me sentei no balcão comendo.
Narrado Arthur.
Segunda-feira. Fim de semana passou rápido e aqui to eu de novo, dentro do carro indo pra empresa. Esse final de semana eu liguei pra Lua. Sim, ela tinha me dado o numero dela naquele dia. Fomos em uma pizzaria e depois fomos tomar um sorvete. Descobri varias outras coisas de Lua, podíamos nos considerar melhores amigos. Lua é a pessoa mais carinhosa e simpática que eu já avia conhecido. Ela era linda e educada, diferente das meninas que eu vivo pegando por qualquer canto da cidade. Ela é mulher de verdade.
Comecei a ver umas coisas -chatas e entediosas no ponto de vista- até meu pai entrar na sala.
-Arthur!
-Rogério! -falei irônico e continuei olhando pra tela do computador. Meu pai começou a falar um monte de coisas.
Continua...
Narrado Lua.
Cheguei do hospital e me joguei na minha cama. Sim, eu era médica. Médica pediatra mais especificamente. Depois de um tempo, tomei um banho e me joguei na cama, só que antes de eu dormir, Fernando me ligou.
-Oi amor.
-Oi. -falei com voz de cansada.
-Ta cansada?
-To, muito.
-Como foi seu dia?
-Fernando, você ta com febre?
-Nao, to normal, porque?
-Você nunca me pergunta como foi meu dia...
-Agora eu to te perguntando, e ai, como foi seu dia?
-Normal, porque?
-Por nada não.
-Ok, preciso tomar banho, beijo.
-Beij... -desliguei.
Cai dura na cama e dormi. Dormi pensando no primo do Fernando. Arthur Aguiar.
Sábado. Enfim, fim de semana. Joguei os edredons que estavam em cima de mim no chão e me levantei indo no banheiro. Tomei um banho e fui até a cozinha, peguei alguma coisa pra comer na geladeira e me sentei no balcão comendo.
Narrado Arthur.
Segunda-feira. Fim de semana passou rápido e aqui to eu de novo, dentro do carro indo pra empresa. Esse final de semana eu liguei pra Lua. Sim, ela tinha me dado o numero dela naquele dia. Fomos em uma pizzaria e depois fomos tomar um sorvete. Descobri varias outras coisas de Lua, podíamos nos considerar melhores amigos. Lua é a pessoa mais carinhosa e simpática que eu já avia conhecido. Ela era linda e educada, diferente das meninas que eu vivo pegando por qualquer canto da cidade. Ela é mulher de verdade.
Comecei a ver umas coisas -chatas e entediosas no ponto de vista- até meu pai entrar na sala.
-Arthur!
-Rogério! -falei irônico e continuei olhando pra tela do computador. Meu pai começou a falar um monte de coisas.
Continua...
Capitulo 3: Lua Blanco.
-Oi?! -ela me olhou confusa.
-Posso me sentar? -ela continuou me olhando confusa, até eu olhar por todo o restaurante e ela seguir meu olhar. -o restaurante tá cheio.
-Ah, pode sentar sim. -ela continuou a comer.
-Você vem sempre aqui? -tentei começar um assunto.
-De segunda a sexta sim, no fim de semana eu fico por casa ou eu saio com meu namorado.
-Você tem namorado? -ela assentiu.- como que é o nome dele?
-Fernando. Fernando Aguiar.
-Jura?
-Sim, porque?
-Então você é a Lua Blanco?
-Como você sabe?
-Prazer, Arthur Aguiar. Sou primo de terceiro grau do Fernando.
-Sério, que mundo pequeno. -ela continuou a comendo, mais agora conversava mais comigo. -o Fernando fala muito de você.
-Ele também fala muito de você. -ficamos um tempo em silencio. -você gosta muito dele?
-Por que essa pergunta?
-Seilá, só quero saber.
-Ah, eu não sei se o amo realmente. A gente namora a uns seis meses, mais pra mim isso ainda é uma fase, sabe? Eu realmente não sei se eu tenho coragem de dizer: Fernando, eu te amo...
-Mais ele não diz que te ama?
-Ele só diz que gosta de mim, não que ama. De uns dias pra cá, eu to estranha com ele. Nem eu sei explicar o motivo e eu acho que ele já reparou isso. E que fique confirmado, não é TPM, eu só to me sentindo estranha e jogo tudo nas costas do Fernando, sabe?
-Sei..
Continuamos a conversar por um bom tempo, já sabia quase tudo sobre aquela loirinha dos cachos perfeitos. Só que ela disse que já estava tarde e ela tinha que voltar ao trabalho. Eu fiz o mesmo e voltei pra empresa. Meu pai entrou na minha sala e começou a encher o saco como sempre, ele odeia quando eu saio e só aviso a Bruna. Eu finjo que nem ligo e ele logo sai da minha sala vermelho que nem um pimentão. Eu começo a rir da cara dele e continuo meu trabalho. É sempre assim.
-Como foi lá? -olhei pra frente e Fernando estava sentado na cadeira em frente a minha mesa.
-Não basta drogado e bêbado, agora você virou magico Fernando?
-Não, você que vive focado nesses papeis e não liga pro mundo.
-O mundo não tem telefone que eu saiba.
-Não quero saber. Mais e ai, como foi com a Lua?
-Normal.
-Como assim normal Arthur? Quero detalhes cara.
-Ela não deu em cima de mim se você quer saber. A gente ficou um bom e grande tempo conversando e foi tudo normal... -comecei a contar pra ele todos os detalhes com a Lua e ele reagiu surpreso, mais pediu pra mim continuar com isso. O Deus, oque eu fiz em em?
Continua...
terça-feira, 12 de junho de 2012
Capitulo 2: Seja oque Deus quiser.
-Não sei, eu ainda to pensando.
-Arthur, eu não to brincando cara. -ele se levantou da cadeira e me fitou, eu olhei confuso pra ele.
-Ok, eu pensei sim e aceitei essa burrice.
-Ahh, sabia que você iria aceitar.
-Não fica feliz não, se não eu já desisto de tudo.
-Ok, ok. -continuei a assinar os papéis.- ela lancha toda dia as dez horas no Madhu.
-Espera ai, é pra começar isso hoje?
-Claro né Arthur, ou você queria que começasse...
-No dia trinta e dois de fevereiro seria perfeito.
-Muito engraçado. -ele riu irônico e colocou a mão no bolso. -essa é a Lua. (http://flogvip.net/fotos/hd2/f/r/rebeldemaniia/f/20111106112231849.jpg) -ele me mostrou uma foto dela e automaticamente meu queixo caiu.
-Ok, dez horas eu vou lá.
-Beleza.
Ele saiu da minha sala e cai na cadeira girando na mesma. A garota era linda. Os olhos caramelados dela, os cachos do cabelo. Tudo. Tudo nela era lindo. Por foto pelo menos, pessoalmente deve ser bem mais linda ainda. Continuei girando a cadeira até Bruna entrar na minha sala.
-Senhor? -ela fechou a porta e chegou perto da minha mesa.
-Bruna, oque foi?
-O senhor Aguiar mandou eu lhe entregar esses papeis e mandou avisar também que as dezesseis horas tem uma reunião na sala dele.
-Ok, obrigado. -ela se virou e saiu andando. -Bruna?! -ela se virou pra mim e esperou eu continuar a falar. -as dez horas eu vou sair, então não marque nada de reunião ou algo do tipo.
-Sim senhor. -ela saiu da sala.
Seja oque Deus quiser.
Continuei a assinar aqueles imensos papeis com textos mais enormes ainda até dar nove e meia. Gelei por completo. Peguei meu celular em cima da mesa e sai da sala passando pela mesa de Bruna.
-Já vai sair senhor?
-Já e não sei a hora que eu volto.
Sai em disparada da empresa e entrei no meu carro, respirei fundo e liguei o mesmo. Rodei quase a cidade inteira até chegar no tal Madhu. Estacionei o carro e desci entrando na lanchonete, fiz meu pedido e moça colocou tudo numa bandeja me entregando. Olhei ao redor procurando por Lua, a encontrei numa sentada mesa perto da janela do local e comendo algumas coisa. Segui até ela e coloquei minha bandeja em cima da mesa.
-Posso me sentar?
Continua...
-Arthur, eu não to brincando cara. -ele se levantou da cadeira e me fitou, eu olhei confuso pra ele.
-Ok, eu pensei sim e aceitei essa burrice.
-Ahh, sabia que você iria aceitar.
-Não fica feliz não, se não eu já desisto de tudo.
-Ok, ok. -continuei a assinar os papéis.- ela lancha toda dia as dez horas no Madhu.
-Espera ai, é pra começar isso hoje?
-Claro né Arthur, ou você queria que começasse...
-No dia trinta e dois de fevereiro seria perfeito.
-Muito engraçado. -ele riu irônico e colocou a mão no bolso. -essa é a Lua. (http://flogvip.net/fotos/hd2/f/r/rebeldemaniia/f/20111106112231849.jpg) -ele me mostrou uma foto dela e automaticamente meu queixo caiu.
-Ok, dez horas eu vou lá.
-Beleza.
Ele saiu da minha sala e cai na cadeira girando na mesma. A garota era linda. Os olhos caramelados dela, os cachos do cabelo. Tudo. Tudo nela era lindo. Por foto pelo menos, pessoalmente deve ser bem mais linda ainda. Continuei girando a cadeira até Bruna entrar na minha sala.
-Senhor? -ela fechou a porta e chegou perto da minha mesa.
-Bruna, oque foi?
-O senhor Aguiar mandou eu lhe entregar esses papeis e mandou avisar também que as dezesseis horas tem uma reunião na sala dele.
-Ok, obrigado. -ela se virou e saiu andando. -Bruna?! -ela se virou pra mim e esperou eu continuar a falar. -as dez horas eu vou sair, então não marque nada de reunião ou algo do tipo.
-Sim senhor. -ela saiu da sala.
Seja oque Deus quiser.
Continuei a assinar aqueles imensos papeis com textos mais enormes ainda até dar nove e meia. Gelei por completo. Peguei meu celular em cima da mesa e sai da sala passando pela mesa de Bruna.
-Já vai sair senhor?
-Já e não sei a hora que eu volto.
Sai em disparada da empresa e entrei no meu carro, respirei fundo e liguei o mesmo. Rodei quase a cidade inteira até chegar no tal Madhu. Estacionei o carro e desci entrando na lanchonete, fiz meu pedido e moça colocou tudo numa bandeja me entregando. Olhei ao redor procurando por Lua, a encontrei numa sentada mesa perto da janela do local e comendo algumas coisa. Segui até ela e coloquei minha bandeja em cima da mesa.
-Posso me sentar?
Continua...
Capitulo 1: Eu mereço.
Narrado Arthur.
-Como? -levantei apressado da cadeira da minha sala e comecei a andar prum lado e para o outro da mesma. -Se ta louco?
-Não Arthur...-ele se virou na cadeira e me olhou. -eu só quero que vo...
-Eu não vou fazer isso.
-Ah vai!
-Eu não vou e pronto.
-Arthur, é só um favorzinho cara.
-Deixa eu recalcular direito... Você quer que eu, do nada, comece a conversar com a sua namorada, pra ver se ela dá em cima de mim e se caso ela dar em cima de mim, é porque tem mais chances de ela estar de traindo. É isso?
-Exatamente. -Fernando só podia estar louco concerteza.
-Você ta drogado ou bêbado Fernando?
-Nenhum dos dois véi, só quero que você faça isso pra mim. Por favor?
-Ok, eu vou pensar nisso.
-Beleza, amanha de manhã eu venho aqui pra saber a resposta. -ele saiu da minha sala e eu me joguei no pequeno sofá que contia ali. Sim, Fernando deveria estar drogado ou bêbado.
Depois de um longo dia de trabalho naquele inferno de empresa, cheguei em casa. Eu morava sozinho e num apartamento na cidade grande. Ficava perto do aeroporto de congonhas em São paulo e por incrível que pareça, a rua era bem calma, cheia de arvores e quase não passava carros. Tirei meu sapato e joguei num canto da casa, alarguei mais minha gravata e me joguei no sofá da sala. Coloquei meus pés em cima do sofá e fechei os olhos. Lua maria. Eu não conhecia a garota, como eu iria fazer isso? Me levantei e fui tomar um banho quente, depois deitei na cama e dormi.
-Pensou? -Fernando entrou em disparada na minha sala e se sentou na cadeira em frente a minha mesa.
-Primeiro: Bom dia pra você também PRIMO. Segundo: Se você não percebeu, ainda são oito e trinta da manhã. Terceiro: Eu to em horário de trabalho se você também não percebeu.
-Bom dia Arthur, eu sei ver as horas e não são oito e trinta, são oito e trinta e um e eu percebi sim, mais eu vou te tirar só cinco minutinhos. -continuei a assinar os papeis que estavam sobre a mesa. -pensou?
-Pensei ok, eu pensei.
-E...
Continua...
Uma proposta.
''Eu recebi uma proposta um tanto que -muito- idiota. Fernando, meu primo de terceiro grau, sim, foi esse louco que fez essa proposta pra mim. Eu não sei oque pensar, oque falar pra ele, oque raciocinar depois dessa loucura. Eu nunca vi a namorada dele na minha frente, nunca ouvi a voz dela. Só sei o nome porque toda vez que Fernando vai na minha sala, ela é o tema de todos os assuntos dele.'' Arthur, 25 anos, trabalha na empresa do pai, a famosa empresa Aguiar. O mais galinha da familia, recebe uma proposta de um primo. Fernando Aguiar. O mesmo também trabalha na empresa e namora Lua Blanco. Será que Arthur vai aceitar essa proposta? E se tudo der errado durante tudo isso?
”E se tudo que você planeja se tornar algo completamente diferente?”
Protagonistas: LuAr
Gênero: Romance, Erotismo.
Escritora: Letícia Borges. (@LeleBorgesRBR)
Abreviação: UP
*A web é curta e tem no máximo dez capítulos.
terça-feira, 13 de março de 2012
Oi, meu nome é Letícia Borges, tenho 12 anos e moro em Joinville S/C. Esse blog é meu mesmo, mais eu fiz ele pra colocar as webs que eu faço de LuAr, eu vou escrever aqui, mais também vou colocar no meu outro blog dos RebeldeS (mutirao-rebeldes.blogspot.com). Comentem sempre que quiserem e por favor, se for pra falar mal do meu rebeldes ou das webs que seja, não de mais as caras, até porque eu não to aqui pra ouvir desaforos. Beijos e aproveitem.
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